As principais alterações na insuficiência renal são aquelas relacionadas com a dificuldade de remover os produtos do metabolismo do corpo ou mesmo as alterações nas funções reguladoras. O acúmulo de substâncias que normalmente são eliminadas pela urina promove falha nas funções endócrinas e metabólicas, bem como distúrbios hidreletrolíticos e ácido-base.
Os sistemas orgânicos apresentam dois obstáculos para a manutenção do equilíbrio ácido-base (EAB). O primeiro é a quantidade de ácidos ingeridos na dieta diária. O segundo é a rota dada ao dióxido de carbono (CO²) gerado como produto final do metabolismo. Para manter o pH em limites compatíveis com os processos vitais, o organismo lança mão de uma série de mecanismos bioquímicos, como as regulações respiratória e do sistema renal, com destaque para o sistema tampão. Os sistemas de tamponamento minimizam modificações significativas da concentração dos íons H+ livres ou do pH. O tampão bicarbonato é o mais destacado. (SILVA, 2020)
Com os pulmões, os rins são responsáveis pela manutenção do pH do líquido extracelular dentro de valores muito estreitos, corroborando para homeostase do corpo humano. Acidose metabólica é uma complicação comum na doença renal crônica e resulta da geração de ácidos e da capacidade comprometida dos rins de excretar ácido e amônia, esta acidose pode ser mascarada pelo tamponamento ósseo. A literatura sugere que os padrões modernos de dieta resultam em acidose metabólica de baixo grau e subclínica em pacientes portadores com doenças renais. A retenção de ácido nos tecidos acelera a progressão destas doenças.
Dieta alcalina

O consumo de alimentos alcalinos e o equilíbrio na ingestão de proteínas tem o potencial de auxiliar na manutenção do pH corporal, influenciando nas funções renais, na manutenção da estrutura óssea, na recuperação muscular e no pH ideal do sangue. O consumo de águas alcalinas pode ter grande influência sobre essa dieta em função do volume diário, mas o pH não é o único fator a ser considerado, uma vez que a disponibilidade de nutrientes parece ter um potencial alcalinizante mais significativo que o próprio pH da água.
A correta disponibilidade dos nutrientes, sua quantidade dissolvida em água são fatores muito importantes para sua absorção no organismo e seu efeito alcalinizante efetivo (prolongado).
O magnetismo na água associado com a utilização de infravermelho longo aumenta a permeabilidade da água no organismo, a solubilidade e a disponibilidade dos nutrientes presentes na água, o que tem um efeito muito positivo na alcalinização do pH corporal, melhorando diversos processos de absorção, sintetização e geração de energia do organismo.
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Referências
DA SILVA, Aline Souza Carneiro; VAZ, Eliane Moreira. Contribuição da dieta e água alcalina na redução de complicações da doença renal crônica. Revista da Associação Brasileira de Nutrição-RASBRAN, 2020, 11.1: 176-191.


